sábado, 4 de julho de 2020

O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA EM ANGOLA: REFLEXÕES METODOLÓGICAS EM CONTEXTO MULTLINGUE


Fólio: Revista de Letras
NDOMBELE, Eduardo David; TIMBANE, Alexandre António. O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA EM ANGOLA: REFLEXÕES METODOLÓGICAS EM CONTEXTO MULTLINGUE. fólio - Revista de Letras, [S.l.], v. 12, n. 1,p.289-314.  jul. 2020. ISSN 2176-4182. Disponível em: <http://periodicos2.uesb.br/index.php/folio/article/view/6604>. Acesso em: 04 jul. 2020. doi: https://doi.org/10.22481/folio.v12i1.6604.

terça-feira, 31 de março de 2020

Historia da Educação de Angola

HISTÓRIA E EDUCAÇÃO EM ANGOLA: DO COLONIALISMO AO MOVIMENTO POPULAR DE LIBERTAÇÃO DE ANGOLA (MPLA)

Para citar este trabalho: NETO, Manuel Brito. História e educação em angola: do colonialismo ao movimento popular de libertação de Angola (MPLA).  Tese. 274p. Universidade de Campinas, Campinas/SP, 2005.

O mito da portugalidade no ensino colonial: a história e a razão metonímica

Para citar: 
GOMES, Catarina Antunes. « O mito da portugalidade no ensino colonial: a história e a razão metonímica », Mulemba [Online], vol.4, nº8, p.127-142 , 2014.

A EDUCAÇÃO COLONIAL DO IMPÉRIO PORTUGUÊS EM ÁFRICA (1850-1950)

Para citar: 

SILVA, Giselda Brito. A Educação Colonial do Império Português em África (1850-1950). Cadernos do Tempo Presente. nº21, p.67-83, out. 2015.


Historia da educação-Guiné-Bissau

A educação durante a colonização portuguesa na Guiné-Bissau (1471-1973)

como citar: 
CÁ, Lourenço Ocuni. A educação durante a colonização portuguesa na Guiné-Bissau (1471-1973). Educação Temática Digital. Campinas-SP, v.2, n.1. p.1-19, 2000.

domingo, 29 de março de 2020

MATERIAIS SOBRE A EDUCAÇÃO EM MOÇAMBIQUE

Moçambique: educação e desenvolvimento rural
Para citar:
GASPERINI, Lavinia. Moçambique: educação e desenvolvimento rural. Viterbo: Iscos, 1989. Colecção do Instituto dos sindicatos para a cooperação com os países em vias de desenvolvimento.
História, política e educação: o novo modelo de escolarização primária em Moçambique
Para citar: 

ZIMBICO, Octavio Jose. História, política e educação: o novo modelo de escolarização primária em Moçambique. Educação. v.42, n.1, p. 67-76, jan.-abr. 2019.

Educação e ensino de História em contextos coloniais e pós-coloniais
Para citar: 
RIBEIRO, F. B. Educação e ensino de História em contextos coloniais e pós-coloniais. Mneme - Revista de Humanidades, v. 16, n. 36, p. 27-53, 21 dez. 2015.
Revisão de Políticas Educacionais Moçambique
Para citar:
UNESCO. Revisão de Políticas Educacionais Moçambique. Paris: MINEDH/UNESCO, 2019.
Relatório sobre os seis objectivos da Educação para Todos: Moçambique
Para citar;
MOÇAMBIQUE. Relatório sobre os seis objectivos da Educação para Todos: Moçambique. Maputo: UNESDOC 2015.
Políticas públicas e governança na educação: a constituição da História como disciplina em Moçambique.

Para citar:

VICENTE, José Gil. Políticas públicas e governança na educação: a constituição da História como disciplina em Moçambique.XXVIII Simpósio Nacional de História. Lugares dos historiadores : velhos e novos desafios. s.p. Florianópolis,  27-31 julho 2015.

domingo, 17 de novembro de 2019

Educação em Moçambique: a política do assimilado trilhando o caminho de privilegio da língua portuguesa no ensino


Educação em Moçambique: a política do assimilado trilhando o caminho de privilegio da língua portuguesa no ensino


Texto da Sheila Perina de Souza publicado na Revista Crítica Educativa (Sorocaba/SP), v. 5, n. 1, p. 77-91, jan./jun.2019. 

Este artigo reflete sobre o sistema de ensino Moçambicano, focalizando o período colonial. Moçambique é um país multilíngüe, com mais de 20 línguas de origem bantu. Apesar disso, só recentemente essas línguas têm sido implantadas no ensino. A língua portuguesa, desde o período colonial, goza de um status privilegiado no ensino, sendo a principal para o ensino. A partir de uma revisão bibliográfica e da contextualização educacional linguística, temos como objetivo principal evidenciar pontos na história educacional que culminaram no atual status da língua portuguesa como a principal para o ensino. Inicialmente, discutimos a incoerência da classificação de Moçambique como um país lusófono, sendo esse um instrumento da lusitanização (SEVERO; MARKONI, 2015), presente também na educação. Posteriormente, refletimos sobre o estabelecimento tardio do sistema de ensino oficial em Moçambique, à luz de Mazula (1995), Mondlane (1969) e Gasperini (1989). Também discutimos o lugar da língua portuguesa e das línguas bantu moçambicanas no sistema de ensino colonial, que pretendia levar a desafricanização das crianças. Nossa hipótese é que a política de assimilação construída por meio do Estatuto do Indigenato (1929-1961) moldou o sistema escolar no período colonial. Consideramos que a política de assimilação disponibilizou um modelo cultural e linguístico, um modelo de civilização fundado na utilização do português e na minorização das línguas bantu, que contribui para o privilégio da língua portuguesa no ensino em Moçambique ainda na atualidade.