sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

Para conhecer o português angolano, leia primeiro os trabalhos da Profa. Dra. Amélia Mingas

A Professora, a pesquisa Amélia Mingas é e será uma das pioneiras a enfrentar os debates sobre a variedade angolana do português. Mulher corajosa, firme e lutadora. Seus trabalhos podem ser baixados gratuitamente neste site.


Foto: Imagens da Internet (2020)

"Convém, todavia, salientar que o ensino de qualquer língua, para ser real e efectivo, deve ser contextualizado, o que implica admitir que os docentes deverão ter um conhecimento da situação sociolinguística caracterizando o país em que exercerão a sua actividade. Deverão, por conseguinte, ser capazes de saber que metodologias utilizar, na medida em que nas nossas Comunidades, as línguas portuguesa e francesa são, a um tempo, língua primeira, segunda e estrangeira." (MINGAS, p.24)


domingo, 29 de novembro de 2020

NJINGA&SAPÊ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras

 Revista NJINGA&SAPÊ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras

O nome da Revista “NJINGA&SAPÊ”  é uma singela homenagem a Rainha africana Njinga Mbandi e ao guerreiro indígena brasileiro Sapê Tyarajú ambos símbolos das lutas de resistência e da afirmação das identidades africanas e brasileiras. Homenagear Njinga Mbandi* e Sapê Tyarajú** é, sem sombra de dúvidas, uma inspiração para os desafios que esta Revista apresenta perante o mundo todo, porque o preconceito com relação às línguas faladas pelos povos africanos e indígenas brasileiras ainda é grande.

Revista NJINGA&SAPÊ convida professores, estudantes de graduação e de pós-graduação que se dedicam ao estudo e descrição de línguas africanas e brasileiras, assim como os que debatem sobre políticas linguísticas críticas para submeter suas pesquisas, resenhas, entrevistas, poesias, provérbios e poesias escritas em línguas não oficiais.

A Revista publicará um (1) volume por ano, com duas (2) edições  sendo a 1ªed. a ser publicado em maio e 2ªed. em outubro. Ocasionalmente um volume especial será publicado a depender da demanda dos autores. Os assuntos a ser publicados na Revista são: Culturas, sua diversidade e tradições, Descrição de Línguas, política e planejamento linguístico e direitos humanos




*  Rainha do Reino do Ndongo e do Matamba, nascida em 1582 e falecida em 1663. O seu reinato estabeleceu-se de 1631 até 1663. Lutou intensamente contra o colonialismo e a escravidão. Sendo mulher, numa cultura machista conseguiu superar e vencer todos os obstáculos. Njinga conhecia muitas línguas e diversas culturas o que a transformou numa embaixadora importante. Seu nome foi grafado de diversas: Nzinga a Mbande, Nzinga Mbande, Jinga, Singa, Zhinga, Ginga, Dona Ana de Sousa (este último em razão do batismo católico, em 1623).

** Conhecido como o santo popular, o indígena Sapê nasceu em 1723 e morreu em 1756. Resistiu contra a dominação colonial e liderou de forma destemido a reelião contra o Tratado de Madri. Sapê é nome de uma planta gamínea comumente chamada de Capim Santa-Feé. Esse capim é usado para recuperação de terras após secas e queimadas, por isso é representativa de um sinal de esperança e luz. Morreu lutando contra a opressão e colonização dos povos indígenas. 



quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Políticas de ensino em Moçambique: realizações, desafios e perspectivas

 Políticas de ensino em Moçambique: realizações, desafios e perspectivas

Prof. Dr. Armindo Ngunga (Ex-vice ministro da Educação; Professor Catedrático da Universidade Eduardo Mondlane – Moçambique)

Conferencia do XIX SMELP 2020, Faculdade de Educação, USP , 21/10/2020

Texto lido pelo Prof. Dr. Valdir Heitor Barzotto (USP)

Foto: OPAIS.SAPO.MZ



domingo, 18 de outubro de 2020

Revisão da Lei sobre o Sistema Nacional de Educação_Moçambique


Foto: Imagens do Google


Aprovada pela Assembleia da República, aos 15 de Novembro de 2018. — A Presidente da Assembleia da República, Verónica Nataniel Macamo Dlhovo. Promulgada, aos 28 de Dezembro de 2018. Publique-se. O Presidente da República, FILIPE JACINTO NYUSI..





sexta-feira, 25 de setembro de 2020

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

domingo, 20 de setembro de 2020

A educação em contextos multilíngues nos PALOP: Avanços e caminhos para o ensino da Língua Portuguesa

A educação em contextos multilíngues nos PALOP: Avanços e caminhos para o ensino da Língua Portuguesa 

RESUMO: Nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) circulam diversas línguas: línguas africanas (do grupo bantu, do grupo khoisan e crioulos), línguas asiáticas e línguas europeias. Das línguas europeias se destaca o português que é a língua oficial e, consequentemente do ensino. As línguas africanas são línguas maternas para a grande maioria dos alunos nos PALOP. O português é aprendido na escola como segunda ou terceira língua, o que torna obstáculo para a progressão com sucesso nas diversas disciplinas curriculares ministradas em português, desde o ensino primário até ao médio. Os alunos se deparam com um choque linguístico que desafia as metodologias de ensino do português mesmo após vários anos de formação. Em alguns casos, as dificuldades do domínio do português provocam evasão escolar ou até reprovações em massa. O português dos PALOP é diferente do português de Portugal, do Brasil e de Timor Leste. As variedades do português faladas nos PALOP têm características próprias, mas que os estudos dessas variedades ainda não se consolidaram para a publicação de dicionários e gramáticas. Daí que se questiona: que gramática a ensinar na escola nessa situação e qual léxico a considerar na expressão e comunicação oral e escrita nesse contexto? Quais as metodologias de ensino nessa situação em que a língua de casa é diferente da língua da escola? Esta mesa-redonda desafia estes questionamentos analisando os avanços já alcançados e propondo caminhos para esta problemática contribuindo para um ensino de português com qualidade e com sucessos nos PALOP. Será um momento de reflexão crítica (positiva e negativa) dos programas de ensino de português, criando perspectivas para uma educação sem preconceito linguístico e inclusiva. É uma mesa que procura caminhos para que o ensino do português não seja empecilho na progressão dos alunos, mas sim um instrumento de abertura e de contato com os próprios PALOP e com o mundo. Pensar numa educação linguística de qualidade em contexto multilíngue é pensar no desenvolvimento da sociedade e na busca da melhoria da qualidade de ensino nas escolas dos PALOP.

Palavras-Chave: Ensino; Multilinguismo; Língua Portuguesa; Metodologias; PALOP






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Políticas linguísticas e descrição das línguas africanas no século XXI: Caminhos e perspectivas

 Políticas linguísticas e descrição das línguas africanas no século XXI: Caminhos e perspectivas

participantes


Resumo: A África tem uma diversidade linguística riquíssima, mas as políticas linguísticas adotadas pelos países membros, no período pós-independências ofuscaram e apagaram o valor das línguas autóctones em prejuízo das línguas dos colonizadores europeus. Por outro lado, os crioulos que surgiram ainda não têm nenhum status embora sendo língua das maiorias. Traços das línguas africanas estão presentes no português brasileiro e na expressão da cultura. A presente mesa-redonda visa debater criticamente as políticas linguísticas dos países africanos, descrever o destino que as diversas línguas autóctones caminham no séc. XXI. A mesa analisará as influências dessas línguas africanas tanto na formação do português brasileiro quanto na identidade cultural brasileira. Sabendo que as diversas línguas correm o perigo de extinção e a necessidade de uso e ensino das línguas locais na África torna-se necessário debater esta temática focando caminhos e propostas que possam contribuir para tomada de políticas públicas e linguísticas que defendam e protejam essas línguas, tal como a Declaração Universal do Direitos Linguísticos (1996) sugere e orienta.

 

Palavras-chave: Política linguística; Línguas africanas; Influências; Cultura

 

As linguas nativas de Angola: politica, planificação e direitos linguisticos

VIDEO: As linguas nativas de Angola: politica, planificação e direitos linguisticos

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA DE ANGOLA

Artigo 19.º 

(Línguas) 

1. A língua oficial da República de Angola é o português. 

2. O Estado valoriza e promove o estudo, o ensino e a utilização das demais línguas de Angola, bem como das principais línguas de comunicação internacional. 

A educação afrocêntrica como caminho para a reconstrução e manutenção da riqueza linguística

 A educação afrocêntrica como caminho para a reconstrução e manutenção da riqueza linguística africana (assista o VIDEO)

Resumo: África é um continente multilíngue em que em espaços geográficos reduzidos convivem diversas línguas. Essa diversidade linguística africana não possui estatuto de oficialidade em diversos países. No caso dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), o português é a única língua oficial no meio de mais de quatro dezenas de línguas do grupo bantu e khoisan. Nasceram nestes espaços variedades africanas do português que ainda não foram reconhecidas. Sabe-se que a variedade europeia de português cria impasses e provoca reprovações nas escolas. Nos PALOP ainda não tem dicionários das variedades locais nem gramáticas, daí que há necessidade urgente para a normalização dessas variedades. Com relação às línguas de origem africana há uma necessidade urgente da sua oficialização especialmente nas localidades onde são faladas. Assim estaremos revitalizando-as, divulgando aos mais novos por meio de ensino para além de respeitar a Declaração Universal dos Direitos Linguísticos (1996). Apagar a língua do sujeito é quebrar com a identidade do sujeito. A educação afrocêntrica deve começar pelo ensino das línguas locais. Ki-Zerbo (2006) questionando sobre "Para quando África?" defende que "o problema das línguas é fundamental, porque diz respeito à identidade dos povos. E a identidade é necessário, tanto para o desenvolvimento quanto para a democracia. As línguas também dizem respeito à cultura, aos problemas da nação, à capacidade de imaginar, à criatividade." (Ki-Zerbo, 2006, p.73). Uma educação afrocêntrica valoriza as línguas locais, valoriza as tradições e a cultura do povo no qual o estudante está inserido.

domingo, 2 de agosto de 2020

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS VERSÁTEIS E DECOLONIAIS EM ANGOLA E NA GUINÉ BISSAU: REFLEXÕES SOBRE O ENSINO


Alexandre António Timbane (UNILAB)
Segunda Ca (UNILAB)
Israel Mawete Ngola Manuel (UNILAB)


A educação é conhecida como a ‘chave de sucesso’ em todas as nações do mundo, mesmo para aquelas que estão isoladas geograficamente com relação à vida moderna. Não existe uma sociedade, um grupo social, uma etnia ou uma comunidade sem educação. Falar de educação, obrigatoriamente temos que incluir o elemento língua, porque a educação é transmitida ou debatida por meio de uma língua. O trabalho tem por objetivo geral refletir sobre novas formas de ensino, visando a versatilidade no âmbito das práticas pedagógicas em Angola e na Guiné-Bissau partindo das realidades de cada país que por sinal são semelhantes. A ‘desgraça’ no sistema educacional de Angola e da Guiné-Bissau também é semelhante com a dos restantes países africanos de língua oficial portuguesa. É uma pesquisa Bibliográfica, uma vez que se baseia na leitura e fundamentação teórica. Da pesquisa se conclui que Há que refletir sobre as práticas pedagógicas versáteis e decoloniais para que Angola e Guiné-Bissau tenham uma educação virada para os interesses das comunidades locais. Isso passa pela formação dos professores e a mudança da ideologia colonial que ainda está presente nos povos africanos.



Revista CB TecLe: ISSN 2526-4478

sexta-feira, 31 de julho de 2020

Mesa-redonda do Grupo de Pesquisa "África do Século XX" organizada pela UNEB e pelo Programa de Pós-Graduação lato sensu em Estudos Africanos e Representações da África







Abralin ao vivo-Linguisticas online-Mesa-redonda 28 de julho de 2020

O evento Abralin ao Vivo - Linguists Online é uma iniciativa da Abralin - Associação Brasileira de Linguística, em cooperação com várias associações internacionais, entre as quais o “Comitê Internacional Permanente de Linguistas, a Associação da Linguística e Filologia da América Latina, a Sociedade Argentina de Estudos Linguísticos, a Sociedade Espanhola da Linguística, a Sociedade Americana da Linguística, a Associação de Linguistas da Grã-Bretanha, a Sociedade Europeia da Linguística, a Sociedade Australiana da Linguística, a Associação Internacional da Linguística Aplicada e a Associação Britânica da Linguística Aplicada.

Participantes: Nélia Maria Pedro Alexandre Eduardo David Ndombele Amália Maria Vera-Cruz de Melo Lopes Moderador: Alexandre António Timbane
Resumo: Nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) circulam diversas línguas: línguas africanas (do grupo bantu, do grupo khoisan e crioulos), línguas asiáticas e línguas europeias. Das línguas europeias se destaca o português que é a língua oficial e, consequentemente do ensino. As línguas africanas são línguas maternas para a grande maioria dos alunos nos PALOP. O português é aprendido na escola como segunda ou terceira língua, o que torna obstáculo para a progressão com sucesso nas diversas disciplinas curriculares ministradas em português, desde o ensino primário até ao médio. Os alunos se deparam com um choque linguístico que desafia as metodologias de ensino do português mesmo após vários anos de formação. Em alguns casos, as dificuldades do domínio do português provocam evasão escolar ou até reprovações em massa. O português dos PALOP é diferente do português de Portugal, do Brasil e de Timor Leste. As variedades do português faladas nos PALOP têm características próprias, mas que os estudos dessas variedades ainda não se consolidaram para a publicação de dicionários e gramáticas. Daí que se questiona: que gramática a ensinar na escola nessa situação e qual léxico a considerar na expressão e comunicação oral e escrita nesse contexto? Quais as metodologias de ensino nessa situação em que a língua de casa é diferente da língua da escola? Esta mesa-redonda desafia estes questionamentos analisando os avanços já alcançados e propondo caminhos para esta problemática contribuindo para um ensino de português com qualidade e com sucessos nos PALOP. Será um momento de reflexão crítica (positiva e negativa) dos programas de ensino de português, criando perspectivas para uma educação sem preconceito linguístico e inclusiva. É uma mesa que procura caminhos para que o ensino do português não seja empecilho na progressão dos alunos, mas sim um instrumento de abertura e de contato com os próprios PALOP e com o mundo. Pensar numa educação linguística de qualidade em contexto multilíngue é pensar no desenvolvimento da sociedade e na busca da melhoria da qualidade de ensino nas escolas dos PALOP.

Nélia Alexandre é professora auxiliar do Departamento de Linguística Geral e Românica da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, atual diretora do Centro de Avaliação e Certificação do Português Língua Estrangeira (CAPLE) e, desde 2017, presidente da Associação de Crioulos de Base Lexical Portuguesa e Espanhola. Português Língua Estrangeira (CAPLE) e, desde 2017, presidente da Associação de Crioulos de Base Lexical Portuguesa e Espanhola. Português Língua Estrangeira (CAPLE) e, desde 2017, presidente da Associação de Crioulos de Base Lexical Portuguesa e Espanhola. É doutora em Linguística Geral (especificamente, em sintaxe do crioulo de Cabo Verde) pela Universidade de Lisboa e a sua investigação tem-se centrado nas áreas da sintaxe comparada, contacto de línguas, variedades do português Linguística Geral (especificamente, em sintaxe do crioulo de Cabo Verde) pela Universidade de Lisboa e a sua investigação tem-se centrado nas áreas da sintaxe comparada, contacto de línguas, variedades do português Linguística Geral (especificamente, em sintaxe do crioulo de Cabo Verde) pela Universidade de Lisboa e a sua investigação tem-se centrado nas áreas da sintaxe comparada, contacto de línguas, variedades do português em África e aquisição do português aquisição do português aquisição do português como L2. É autora do livro The Defective Copy Theory of Movement: Evidence from Wh-Constructions in Cape Verdean Creole Wh-Constructions in Cape Verdean Creole Wh-Constructions in Cape Verdean Creole, Amsterdam: John Benjamins Publ., 2012. É investigadora em vários projetos nacionais e internacionais, como internacionais, como internacionais, como Possession and location: microvariation in African varieties of Portuguese microvariation in African varieties of Portuguese microvariation in African varieties of Portuguese e Learner Corpus: da investigação ao ensino de Portugês ensino de Portugu ensino de Português Língua Estrangeira/Língua Segunda.

EDUARDO DAVID NDOMBELE É Professor auxiliar do Instituto Superior de Ciências de Educação do Uige-Angola, Professor há 19 anos, leciona atualmente as cadeiras de: Metodologia de Investigação Científica,Seminário Especializado em Língua Portuguesa e Sociolinguística. É Doutorandoem Inovação Educativa pela Universidade Católica de Moçambique e é atualmente o
Chefe de Departamento de Ensino e Investigação de Letras Modernas no Instituto Superior de Ciências de Educação do Uige.

Amália Maria Vera-Cruz de Melo Lopes: É Professora Auxiliar aposentada daUniversidade de Cabo Verde, Doutora em Linguística pela Universidade de Lisboa,Mestre em Linguística Aplicada ao Ensino de Línguas pela PontifíciaUniversidade Católica de S. Paulo e Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas- Estudos Portugueses, pela Universidade de Coimbra. Atualmente, é CientistaConvidada do IILP, no âmbito do Programa de Bolsa de Cientista Convidado do IILP, desenvolvendo o Projeto A política linguística na CPLP: Situação atual e perspetivas atual e perspetivas e, em regime pro bono, Diretora e investigadora da Cátedra Eugénio Tavares de Língua Portuguesa, coordenando a e investigadora da Cátedra Eugénio Tavares de Língua Portuguesa, coordenando a Linha de investigação Linguística Descritiva Sincrónica: Descrição do Português em Cabo Verde. É membro da Cátedra Amílcar Cabral, Português em Cabo Verde. É membro da Cátedra Amílcar Cabral, da Academia de Ciências e Humanidades de Cabo Verde e da Fundação Amílcar Cabral.Amílcar Cabral. Desempenhou, entre outras, as funções de Presidente eleita do Conselho Científico para as áreas de Ciências Humanas, Sociais e Artes e de Ciências Económicas, Jurídicas e Politicas da Uni-CV, Diretora do Curso de Mestrado em Ensino do Português como Língua Segunda/Língua Estrangeira, Presidente da Comissão Nacional para as Línguas, Presidente do Conselho Científico do Instituto Internacional de Língua Portuguesa (IILP) e Diretora Geral do Ensino Superior e Ciência.  Tem como principais áreas de interesse a nível da investigação o ensino do português como segunda língua, estudos de sociolinguística e política linguística. Tem publicados dez livros, oito deles em coautoria, participação em três livros coletivos e vários artigos em revistas e anais de congressos.




Abralin ao vivo - Linguistics online apresenta a mesa-redonda do dia 13 de jul. de 202




O evento Abralin ao Vivo - Linguists Online é uma iniciativa da Abralin - Associação Brasileira de Linguística, em cooperação com várias associações internacionais, entre as quais o “Comitê Internacional Permanente de Linguistas, a Associação da Linguística e Filologia da América Latina, a Sociedade Argentina de Estudos Linguísticos, a Sociedade Espanhola da Linguística, a Sociedade Americana da Linguística, a Associação de Linguistas da Grã-Bretanha, a Sociedade Europeia da Linguística, a Sociedade Australiana da Linguística, a Associação Internacional da Linguística Aplicada e a Associação Britânica da Linguística Aplicada.

Organização e moderação da mesa: Alexandre António Timbane

Convidados à mesa-redonda:
MANUEL DA SILVA DOMINGOS é Professor Auxiliar da Faculdade de Letras da Universidade Agostinho Neto (ANGOLA) onde leciona as cadeiras de Fonética e Fonologia do Português, Introdução aos Estudos Linguísticos, Estilística das Línguas Bantu, Análise do Discurso e Análise Textual. É Coordenador do Grupo de Recolha e Estudo de Corpus Oral do Português de Angola: Descrição e Interfaces e é membro do Centro de Estudo e Investigação em População, onde é coordenador adjunto da linha de pesquisa em Linguística Aplicada. É mestre em Fonética Forense, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e iniciará o seu doutorado na Universidade Federal da Bahia no Programa de Pós-graduação em Língua e Cultura.

ARTINÉSIO WIDNESSE SAGUATE é doutor em Filologia e Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo (USP), Mestre em Estudos Linguísticos pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), Licenciado e Bacharel em Ensino do Português pela Universidade Pedagógica de Moçambique (UP). Além de docência no ensino superior, suas pesquisas abordam sobre a variação do português em Moçambique, ensino bilíngue, alfabetização e letramento, produção de materiais didáticos e é atualmente docente efetivo do Instituto Superior de Tecnologia de Moçambique-Moçambique, ISCTEM). É autor de diversos artigos e capítulos  de livros em Moçambique e no estrangeiro.

EDUARDO DAVID NDOMBELE é Professor auxiliar do Instituto Superior de Ciências de Educação do Uige- Angola, Professor há 19 anos, leciona atualmente as cadeiras de: Metodologia de Investigação Científica, Seminário Especializado em Língua Portuguesa e Sociolinguística. É Doutorando em Inovação Educativa pela Universidade Católica de Moçambique e é atualmente o Chefe de Departamento de Ensino e Investigação de Letras Modernas no Instituto Superior de Ciências de Educação do Uige.



quarta-feira, 8 de julho de 2020

A inspiração de um cara

Analfabetos(as) podem ter um(a) filho(a) Doutor?

Inspiração e ordem!
Retaguarda segura e motivadora

Enviando energias positivas

Preparando a benção!

Incentivando e encorajando!

sábado, 4 de julho de 2020

A PRESENÇA DA CORRUPÇÃO NO SISTEMA EDUCATIVO ANGOLANO: REFLEXÃO E PROPOSIÇÃO DE MUDANÇA

A PRESENÇA DA CORRUPÇÃO NO SISTEMA EDUCATIVO ANGOLANO: REFLEXÃO E PROPOSIÇÃO DE MUDANÇA



Para citar  este artigo: 
TIMBANE, Alexandre Antonio; AGOSTINHO, Agostinho Inácio de Andrade. A presença da corrupção no sistema educativo angolano: reflexões e proposição de mudança. Revista Educação e Ciências Sociais. vol.3, nº4. p. 22-47. 2020.


A Revista completa: 








Por uma política linguística nos serviços de saúde: um estudo sociolinguístico do Hospital Regional de Malanje (Angola)

Por uma política linguística nos serviços de saúde: um estudo sociolinguístico do Hospital Regional de Malanje (Angola)



Como citar: TIMBANE, Alexandre Antonio; BERNARDO, Ezequiel Pedro José. 


O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA EM ANGOLA: REFLEXÕES METODOLÓGICAS EM CONTEXTO MULTLINGUE


Fólio: Revista de Letras
NDOMBELE, Eduardo David; TIMBANE, Alexandre António. O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA EM ANGOLA: REFLEXÕES METODOLÓGICAS EM CONTEXTO MULTLINGUE. fólio - Revista de Letras, [S.l.], v. 12, n. 1,p.289-314.  jul. 2020. ISSN 2176-4182. Disponível em: <http://periodicos2.uesb.br/index.php/folio/article/view/6604>. Acesso em: 04 jul. 2020. doi: https://doi.org/10.22481/folio.v12i1.6604.

terça-feira, 31 de março de 2020

Historia da Educação de Angola

HISTÓRIA E EDUCAÇÃO EM ANGOLA: DO COLONIALISMO AO MOVIMENTO POPULAR DE LIBERTAÇÃO DE ANGOLA (MPLA)

Para citar este trabalho: NETO, Manuel Brito. História e educação em angola: do colonialismo ao movimento popular de libertação de Angola (MPLA).  Tese. 274p. Universidade de Campinas, Campinas/SP, 2005.

O mito da portugalidade no ensino colonial: a história e a razão metonímica

Para citar: 
GOMES, Catarina Antunes. « O mito da portugalidade no ensino colonial: a história e a razão metonímica », Mulemba [Online], vol.4, nº8, p.127-142 , 2014.

A EDUCAÇÃO COLONIAL DO IMPÉRIO PORTUGUÊS EM ÁFRICA (1850-1950)

Para citar: 

SILVA, Giselda Brito. A Educação Colonial do Império Português em África (1850-1950). Cadernos do Tempo Presente. nº21, p.67-83, out. 2015.